{"id":95,"date":"2025-05-13T14:07:26","date_gmt":"2025-05-13T17:07:26","guid":{"rendered":"http:\/\/bloghistoriasdabarraseca.local\/?p=95"},"modified":"2025-05-13T14:59:28","modified_gmt":"2025-05-13T17:59:28","slug":"a-peroba-rosa-da-fazenda-joao-bento-de-castro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/projetos.devmarcusoliveira.com.br\/bloghistoriasdabarraseca\/a-peroba-rosa-da-fazenda-joao-bento-de-castro\/","title":{"rendered":"A Peroba Rosa da Fazenda Jo\u00e3o Bento de Castro."},"content":{"rendered":"\n<p>Hoje resolvi descrever a hist\u00f3ria sobre esta Arvore de muitos anos do sitio dos Bentos.<br>Era uma Peroba Rosa, hoje rara, segundo me informaram s\u00f3 \u00e9 encontrada nos Chacos do pa\u00eds vizinho o Paraguai.<br>Esta arvore ficava na parte que ficou para os Goizinhos, bem pr\u00f3ximo ao sitio de Jose Rodrigues de Castro (Z\u00e9 Man\u00e9), tinha uma estrada que passava 15 metros desta arvore, dividia o sitio dos Goizinhos com o de Z\u00e9 Man\u00e9, sitio este que havia comprado da parte da Tia Sebastiana Benta de Castro.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/b\/R29vZ2xl\/AVvXsEjSwV41dCQ09MkCoodS-EcTsn5I9DgUsexnoWN2P-Db2BCBoR-WBF5z74LwSzGweIvtw-wPpIslfvPqhxLHg3kDpfRt42rOAK5IqvAgb1DW3ub7zTJO30n4XAZVBvHHnLFmRMWlWaAtAnGo\/s760\/peroba+rosa+da+fazenda+do+meu+bisavo+jo%25C3%25A3o+bento+de+casytro.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/b\/R29vZ2xl\/AVvXsEjSwV41dCQ09MkCoodS-EcTsn5I9DgUsexnoWN2P-Db2BCBoR-WBF5z74LwSzGweIvtw-wPpIslfvPqhxLHg3kDpfRt42rOAK5IqvAgb1DW3ub7zTJO30n4XAZVBvHHnLFmRMWlWaAtAnGo\/s320\/peroba+rosa+da+fazenda+do+meu+bisavo+jo%25C3%25A3o+bento+de+casytro.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p>Peroba Rosa da Fazenda de Jo\u00e3o Bento de Castro meu tatarav\u00f4<br>O local desta arvore centen\u00e1ria era similar, pois \u00e9 at\u00e9 hoje um local que \u00e1gua da chuva parava e empossava. E o terreno de terra roxa. Marquei o local com x<br>Mario Stella queria tirar esta peroba, mas nenhuma das pessoas herdeiras assinavam a tal de autoriza\u00e7\u00e3o.<br>Procurado o Tio Jos\u00e9 Rosa de Paula ou compadre Jos\u00e9 Bertoldo, cunhado de Jos\u00e9 Rodrigues de Castro (Z\u00e9 Man\u00e9) este assinou a autoriza\u00e7\u00e3o para que Mario Stella derrubasse a tal peroba., contrataram o Dilino carroceiro para transporta-la.<br>O local onde esta Peroba ficava, como disse, era um local de charco, muito \u00famido, pois toda a \u00e1gua que vinha das partes altas parava ali e ficava meio pantanoso.<br>Fartura tinha os Carroceiros que faziam este transporte de toras nos carro\u00e7\u00f5es especiais para transporte.<br>Dilino colocou o Carret\u00e3o, como chamavam estes transportador de toras, colocou as madeiras, come\u00e7ou a catraquear para cima do Carret\u00e3o. Fez varias tentativas, pois o peso era grande, at\u00e9 que em uma das tentativas come\u00e7ou a mover para cima do Carret\u00e3o, mas quando o peso come\u00e7ou a ficar intenso, em vez de subir, come\u00e7ou a tombar o Carret\u00e3o, ent\u00e3o houve desist\u00eancia do Dilino carroceiro, o peso era grande era madeira maci\u00e7a, pesada.<br>Transportaram em caminh\u00e3o, que na \u00e9poca eram poucos, devido a precariedade das estradas e o custo.<br>Houve necessidade de transportar uma tora por viagem, devido peso.<br>Me recordo mesmo passando, muitos anos ,toco da peroba permanecia no local, foi necess\u00e1rio colocarem fogo nos restos da tora que permanecia, lembro o local , a pessoa mais alta que tinha era o Mario Martins que deitava sobre o toco e esticava seus bra\u00e7os assim mesmo sobravam espa\u00e7os, tinha em torno de dois metros. Esta foto tirei dos arquivos originais de Marcos Richter, filho de Henrique, Fotos esta dos arquivos de Henrique Richter, que contem fotos importantes de Fartura.<br>Todas informa\u00e7\u00f5es, de Benedito Rosa de Paula autoriza\u00e7\u00e3o de seu pai Jos\u00e9 Rosa de Paula, assinando esta ordem.<br>A dificuldade de Dilino Carroceiro em executar o transporte, devido o peso excessivo, informa\u00e7\u00e3o est\u00e1 de Mario Bento de Castro que viveu a \u00e9poca do ocorrido. Segundo constava, existia um peda\u00e7o desta tora no Museu Nacional no Rio de Janeiro, provavelmente, se existiu, com o inc\u00eandio, queimou, pois nada restou.<br>Mais um fato das Hist\u00f3rias da Barra Seca, um fato real a Peroba Rosa do sitio dos Bentos de Castro. Eu vi o toco da peroba. na fazenda de Jo\u00e3o Bento de Castro meu tatarav\u00f4.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hoje resolvi descrever a hist\u00f3ria sobre esta Arvore de muitos anos do sitio dos Bentos.Era uma Peroba Rosa, hoje rara, segundo me informaram s\u00f3 \u00e9 encontrada nos Chacos do pa\u00eds vizinho o Paraguai.Esta arvore ficava na parte que ficou para os Goizinhos, bem pr\u00f3ximo ao sitio de Jose Rodrigues de Castro (Z\u00e9 Man\u00e9), tinha uma estrada que passava 15 metros desta arvore, dividia o sitio dos Goizinhos com o de Z\u00e9 Man\u00e9, sitio este que havia comprado da parte da Tia Sebastiana Benta de Castro. Peroba Rosa da Fazenda de Jo\u00e3o Bento de Castro meu tatarav\u00f4O local desta arvore centen\u00e1ria era similar, pois \u00e9 at\u00e9 hoje um local que \u00e1gua da chuva parava e empossava. E o terreno de terra roxa. Marquei o local com xMario Stella queria tirar esta peroba, mas nenhuma das pessoas herdeiras assinavam a tal de autoriza\u00e7\u00e3o.Procurado o Tio Jos\u00e9 Rosa de Paula ou compadre Jos\u00e9 Bertoldo, cunhado de Jos\u00e9 Rodrigues de Castro (Z\u00e9 Man\u00e9) este assinou a autoriza\u00e7\u00e3o para que Mario Stella derrubasse a tal peroba., contrataram o Dilino carroceiro para transporta-la.O local onde esta Peroba ficava, como disse, era um local de charco, muito \u00famido, pois toda a \u00e1gua que vinha das partes altas parava ali e ficava meio pantanoso.Fartura tinha os Carroceiros que faziam este transporte de toras nos carro\u00e7\u00f5es especiais para transporte.Dilino colocou o Carret\u00e3o, como chamavam estes transportador de toras, colocou as madeiras, come\u00e7ou a catraquear para cima do Carret\u00e3o. Fez varias tentativas, pois o peso era grande, at\u00e9 que em uma das tentativas come\u00e7ou a mover para cima do Carret\u00e3o, mas quando o peso come\u00e7ou a ficar intenso, em vez de subir, come\u00e7ou a tombar o Carret\u00e3o, ent\u00e3o houve desist\u00eancia do Dilino carroceiro, o peso era grande era madeira maci\u00e7a, pesada.Transportaram em caminh\u00e3o, que na \u00e9poca eram poucos, devido a precariedade das estradas e o custo.Houve necessidade de transportar uma tora por viagem, devido peso.Me recordo mesmo passando, muitos anos ,toco da peroba permanecia no local, foi necess\u00e1rio colocarem fogo nos restos da tora que permanecia, lembro o local , a pessoa mais alta que tinha era o Mario Martins que deitava sobre o toco e esticava seus bra\u00e7os assim mesmo sobravam espa\u00e7os, tinha em torno de dois metros. Esta foto tirei dos arquivos originais de Marcos Richter, filho de Henrique, Fotos esta dos arquivos de Henrique Richter, que contem fotos importantes de Fartura.Todas informa\u00e7\u00f5es, de Benedito Rosa de Paula autoriza\u00e7\u00e3o de seu pai Jos\u00e9 Rosa de Paula, assinando esta ordem.A dificuldade de Dilino Carroceiro em executar o transporte, devido o peso excessivo, informa\u00e7\u00e3o est\u00e1 de Mario Bento de Castro que viveu a \u00e9poca do ocorrido. Segundo constava, existia um peda\u00e7o desta tora no Museu Nacional no Rio de Janeiro, provavelmente, se existiu, com o inc\u00eandio, queimou, pois nada restou.Mais um fato das Hist\u00f3rias da Barra Seca, um fato real a Peroba Rosa do sitio dos Bentos de Castro. 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