{"id":46,"date":"2025-05-13T09:18:17","date_gmt":"2025-05-13T12:18:17","guid":{"rendered":"http:\/\/bloghistoriasdabarraseca.local\/?p=46"},"modified":"2025-05-13T09:18:18","modified_gmt":"2025-05-13T12:18:18","slug":"a-fe-imensa-de-nossos-pais-alicio-e-maria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/projetos.devmarcusoliveira.com.br\/bloghistoriasdabarraseca\/a-fe-imensa-de-nossos-pais-alicio-e-maria\/","title":{"rendered":"A F\u00e9 Imensa de Nossos Pais Alicio e Maria"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=x7SOjcY-lPM\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=x7SOjcY-lPM<\/a>&nbsp; &nbsp; Consagra\u00e7\u00e3o a Nossa Senhora Aparecida&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Meus pais eram devotos de Nossa Senhora Aparecida.<\/p>\n\n\n\n<p>Meu pai sempre fazia Romarias para Siqueira Campos e Nossa Senhora Aparecida, inclusive f\u00eaz uma para ver o padre Donizette Tavares de Lima em Tamba\u00fa.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1959, f\u00eaz uma Romar\u00eda para Aparecida, de casa iriam , meu pai Alicio, m\u00e3e Maria, o Zezo e o Luis. Me recordo que tambem foi meu padrinho Guga, que sabia contar hist\u00f3rias muito divertidas e criativas, claro que eu estava. A Raposo Tavares era asfaltado at\u00e9 pouco depois de Itapetininga. Pousamos em Itapetininga em um posto chamado Fecha Nunca, a viagem foi de caminh\u00e3o da familia Eruste, chamavam , pau de arara, cobria o caminh\u00e0o de lona e os bancos de madeira. O motorista era o Oscar um negro, n\u00e3o me recordo de sua familia, mas \u00e9ra um exelente motorista. Alguns que aqui ler p\u00f3de me ajudar a dizer quem era a familia do Oscar. N\u00e3o sabia que Itapetininga era a terra de meus av\u00f3s paternos e maternos. Outro dia demanh\u00e3 seguimos viagem, no Butant\u00e3, passamos por um posto e uma casa de comercio, que existe at\u00e9 hoje, pois a conhe\u00e7o, porque \u00e9 a minha Comunidade chamada Santa Maria Gor\u00e9tte, pois o terreno desta Comunidade, foi doada pelo donos deste posto e desta casa de comercio, anos 50.(doadores, familiade dona Albertina Tangan\u00e9lli, que a conheci.<\/p>\n\n\n\n<p>Subimos pela rua Jo\u00e3o Teodoro, passamos a Paulista e um local que tinha muitas ramifica\u00e7\u00f5es das linhas de bonde.(Largo do Arouche).<\/p>\n\n\n\n<p>Pegamos a Duque de Caxias, lembro pela estatua.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando entramos na Rodovia Dutra, a policia Rodovi\u00e1ria Federal, n\u00e3o queria liberar nossa passagem, alegando que os pneus dianteiros estavam gastos. Sei que demorou um pouco, mas foi liberado e seguimos viagem. .Chegamos em Apareda eram umas 22,00 . Hotel era na rua da ladeira que vai dar na Igreja de S\u00e3o Benedito la em baixo.<\/p>\n\n\n\n<p>Naquele tempo o que menos me preocupava era com a missa todas elas eram muito cheio, pois era na Igreja antiga.<\/p>\n\n\n\n<p>Agora vem a hist\u00f3ria que me marcou muito, o tamanho da religiosidade do meu pai.<\/p>\n\n\n\n<p>Queriamos passar pelos p\u00e9s de Nossa Senhora, mas estava sempre cheio. Passamos eu meu pai, ele retornou e ficou im\u00f3vel, extaziado em frente o altar, ficando parado bom tempo<\/p>\n\n\n\n<p>Isto ocorria com minha m\u00e3e,pois,passaram muitos anos, quando minha m\u00e3e vinha a minha casa, iamos a Aparecida, ofereci uma imagem de Aparecida, minha m\u00e3e n\u00e3o se continha de tanta emo\u00e7\u00e3o.!Bom no ultimo dia de Aparecida, saimos depois do almo\u00e7o. Almo\u00e7amos ,arroz feij\u00e3o , peixe(traira).chegou uma hora que o gar\u00e7on come\u00e7ou a n\u00e3o querer servir a mesa, onde estava, eu meu pai, minha m\u00e3e, tia Ana, Darci, prima e dona Rosa Fiory, mesmo falando baixo parecia estar gritando, batia na mesa exigindo que service mais comida e peixe e o servente n\u00e3o colocava. Era comico ver dona Rosa falando e o servente sem saber o que fazer. Retornamos, paramos em um posto na Rodovia Dutra, onde minha m\u00e3e pediu, meu pai comprou uma ma\u00e7\u00e3, coisa rara e caro, pois vinha da Argentina, contei hoje, pois e 12 de outubro, festa da padroeira do Brasil.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=x7SOjcY-lPM&nbsp; &nbsp; Consagra\u00e7\u00e3o a Nossa Senhora Aparecida&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Meus pais eram devotos de Nossa Senhora Aparecida. Meu pai sempre fazia Romarias para Siqueira Campos e Nossa Senhora Aparecida, inclusive f\u00eaz uma para ver o padre Donizette Tavares de Lima em Tamba\u00fa. Em 1959, f\u00eaz uma Romar\u00eda para Aparecida, de casa iriam , meu pai Alicio, m\u00e3e Maria, o Zezo e o Luis. Me recordo que tambem foi meu padrinho Guga, que sabia contar hist\u00f3rias muito divertidas e criativas, claro que eu estava. A Raposo Tavares era asfaltado at\u00e9 pouco depois de Itapetininga. Pousamos em Itapetininga em um posto chamado Fecha Nunca, a viagem foi de caminh\u00e3o da familia Eruste, chamavam , pau de arara, cobria o caminh\u00e0o de lona e os bancos de madeira. O motorista era o Oscar um negro, n\u00e3o me recordo de sua familia, mas \u00e9ra um exelente motorista. Alguns que aqui ler p\u00f3de me ajudar a dizer quem era a familia do Oscar. N\u00e3o sabia que Itapetininga era a terra de meus av\u00f3s paternos e maternos. Outro dia demanh\u00e3 seguimos viagem, no Butant\u00e3, passamos por um posto e uma casa de comercio, que existe at\u00e9 hoje, pois a conhe\u00e7o, porque \u00e9 a minha Comunidade chamada Santa Maria Gor\u00e9tte, pois o terreno desta Comunidade, foi doada pelo donos deste posto e desta casa de comercio, anos 50.(doadores, familiade dona Albertina Tangan\u00e9lli, que a conheci. Subimos pela rua Jo\u00e3o Teodoro, passamos a Paulista e um local que tinha muitas ramifica\u00e7\u00f5es das linhas de bonde.(Largo do Arouche). Pegamos a Duque de Caxias, lembro pela estatua. Quando entramos na Rodovia Dutra, a policia Rodovi\u00e1ria Federal, n\u00e3o queria liberar nossa passagem, alegando que os pneus dianteiros estavam gastos. Sei que demorou um pouco, mas foi liberado e seguimos viagem. .Chegamos em Apareda eram umas 22,00 . Hotel era na rua da ladeira que vai dar na Igreja de S\u00e3o Benedito la em baixo. Naquele tempo o que menos me preocupava era com a missa todas elas eram muito cheio, pois era na Igreja antiga. Agora vem a hist\u00f3ria que me marcou muito, o tamanho da religiosidade do meu pai. Queriamos passar pelos p\u00e9s de Nossa Senhora, mas estava sempre cheio. Passamos eu meu pai, ele retornou e ficou im\u00f3vel, extaziado em frente o altar, ficando parado bom tempo Isto ocorria com minha m\u00e3e,pois,passaram muitos anos, quando minha m\u00e3e vinha a minha casa, iamos a Aparecida, ofereci uma imagem de Aparecida, minha m\u00e3e n\u00e3o se continha de tanta emo\u00e7\u00e3o.!Bom no ultimo dia de Aparecida, saimos depois do almo\u00e7o. Almo\u00e7amos ,arroz feij\u00e3o , peixe(traira).chegou uma hora que o gar\u00e7on come\u00e7ou a n\u00e3o querer servir a mesa, onde estava, eu meu pai, minha m\u00e3e, tia Ana, Darci, prima e dona Rosa Fiory, mesmo falando baixo parecia estar gritando, batia na mesa exigindo que service mais comida e peixe e o servente n\u00e3o colocava. Era comico ver dona Rosa falando e o servente sem saber o que fazer. 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