{"id":112,"date":"2025-05-13T14:42:21","date_gmt":"2025-05-13T17:42:21","guid":{"rendered":"http:\/\/bloghistoriasdabarraseca.local\/?p=112"},"modified":"2026-02-10T14:40:02","modified_gmt":"2026-02-10T17:40:02","slug":"festas-populares-bailes-fandangos-e-a-festa-de-sao-goncalo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/projetos.devmarcusoliveira.com.br\/bloghistoriasdabarraseca\/festas-populares-bailes-fandangos-e-a-festa-de-sao-goncalo\/","title":{"rendered":"Festas Populares (Bailes Fandangos e a Festa de S\u00e3o Gon\u00e7alo)"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"112\" class=\"elementor elementor-112\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-14690e63 e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-column-slider-no wpr-equal-height-no e-con e-parent\" data-id=\"14690e63\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-493d7e9 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"493d7e9\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"814\" height=\"458\" src=\"https:\/\/projetos.devmarcusoliveira.com.br\/bloghistoriasdabarraseca\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/festas-populares.webp\" class=\"attachment-full size-full wp-image-492\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/projetos.devmarcusoliveira.com.br\/bloghistoriasdabarraseca\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/festas-populares.webp 814w, https:\/\/projetos.devmarcusoliveira.com.br\/bloghistoriasdabarraseca\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/festas-populares-300x169.webp 300w, https:\/\/projetos.devmarcusoliveira.com.br\/bloghistoriasdabarraseca\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/festas-populares-768x432.webp 768w\" sizes=\"(max-width: 814px) 100vw, 814px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-33153c77 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"33153c77\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n<p>Barra Seca, sempre foi muito chegado a festas e a coopera\u00e7\u00e3o entre seus moradores, por exemplo: Mutir\u00e3o, Troca de dias e no caso da colheita do caf\u00e9, contratava a fam\u00edlia para Derri\u00e7a do caf\u00e9, pois crian\u00e7a de 10 anos ou mais iam com os pais para a panha do caf\u00e9, pois o caf\u00e9 era colhido no m\u00eas de Julho, \u00e9poca das f\u00e9rias da escola do Bairro(Escola Mista Municipal do Bairro Barra S\u00eaca. Isto era pago por sacas de caf\u00e9 ou por p\u00eas de caf\u00e9 colhido, ou a paga por dia.<br>Isto ser\u00e1 assunto para um outro dia, onde descreverei conforme vi e convivi com este dia a dia na Barra S\u00eaca.<br>Meu Pai Alicio tinha um sonho, fazer uma Festa de S\u00e3o Gon\u00e7alo, uma coisa que sempre fazia: Romarias para Siqueira Campos, Romaria para Aparecida e fez uma para visitar o Padre Donizetti em Tamba\u00fa, foi um fen\u00f4meno religioso que apareceu na \u00e9poca, tornou-se um centro de peregrina\u00e7\u00e3o. Meu Pai lotou um caminh\u00e3o e foi at\u00e9 la,(Pau de Arara), foi uma viagem desgastante, sair de Fartura ir pr\u00f3ximo a Ribeir\u00e3o Preto, nos anos 50, n\u00e3o era f\u00e1cil.<br>Mostro o lado de meu Pai, que sempre foi ligado a religiosidade e as festas populares, Baile, Fandango e a Festa de S\u00e3o Gon\u00e7alo.<br>Est\u00e1vamos morando no primo Chiquinho Garcia, que ficava na Estrada, Fartura X Carl\u00f3pois, na reta do Mat\u00e3o, divisa com Z\u00e9 Garcia.<\/p>\n\n\n\n<p>Pai Alicio queria fazer uma festa servindo as pessoas uma refei\u00e7\u00e3o, como sempre aquela macarronada com frango, o vinho Sangue de boi, suave de mesa, e a velha Cana Chic para os homens, para as mulheres era o costume de pegar o vinho por agua e ado\u00e7ar para n\u00e3o ficar forte, era gostoso.Minha m\u00e3e chamou para ajud\u00e1-la, v\u00e1rias mulheres, uma a dona Concei\u00e7\u00e3o do seu Gnarte, que morava no Z\u00e9 Garcia, a Nona n\u00e3o me recordo se ela foi chamado ou n\u00e3o foi por algum motivo, pois, o Dilino , o Sebasti\u00e3o e a dona Rosa Moravam bem pr\u00f3ximo a n\u00f3s, plantavam arroz irrigado nas terras do Dito Garcia.<br>Pessoas que foram para esta festa, fam\u00edlias que moravam no Z\u00e9 Garcia, entre eles, familiares do Cec\u00edlio Cassiano(Amansador de Cavalo e burro), pois com eles vieram sua sobrinha, Nezinha, e outra menina que virou caso, contado , A Turma da Farm\u00e1cia do Trombi com Frango frito ) e a (Turma do Mario da F\u00e1tima ), a turma que moravam no Alcides Messias, uns dos primeiros Agricultores a usar implementos Agr\u00edcolas em Fartura, Plantadeiras e Colheitadeiras mecanizadas, do Paran\u00e1 a turma do Lau Vaz, os filhos deles, eram nossos amigos. A turma da Barra Seca, parentes tios, primos, os familiares dos Bentos e alguns dos Garcia, pois na \u00e9poca, sa\u00edmos de l\u00e1 com rela\u00e7\u00f5es estremecidas com alguns, que todos os adoravam, mas com a chegada de familiares isto modificou.<br>Para a Festa de S\u00e3o Gon\u00e7alo, foi preparado o terreiro, cobrindo com folhas, tamb\u00e9m cercado com folhas e feito um altar, onde ficou a imagens dos Santos e do S\u00e3o Gon\u00e7alo. Neste cercado coberto foi onde foi servido a refei\u00e7\u00e3o e a dan\u00e7a de S\u00e3o Gon\u00e7alo.<br>Para isto, convidou um violeiro muito conhecido, experiente para a condu\u00e7\u00e3o da dan\u00e7a.<br>Era uma dan\u00e7a onde participava crian\u00e7as, jovens, casais novos velhos e idosos, que consistia em fazer pares.<br>Lembro que o instrumento era a viola de 10 cordas, pandeiro, batida era compassada, lembro que o come\u00e7o era uma cantoria em frente o Altar, que no final do refr\u00e3o dizia, (hora viva, viva, S\u00e3o Gon\u00e7alo de Amarante que veio de Portugal) isto em frente altar, depois, os casais formavam um circulo acompanhando o violeiro , ficavam dan\u00e7ando balan\u00e7ando o corpo, depois do c\u00edrculo, vinha a hora da reflex\u00e3o ao altar, sempre comandada pelo violeiro, vinha o primeiro casal, podia der o dono da casa, fazia reflex\u00e3o ao altar e ficava um de um lado e outro de outro lado, com as m\u00e3o entrela\u00e7ados, vinha o segundo casal fazia reflex\u00e3o, passava pelas m\u00e3os deste casal e ficava logo a frente, isto se repetia at\u00e9 o termino de todos os casais. Era uma dan\u00e7a muito parecida com a quadrilha, mas muito longo, pois consistia em primeiro no altar cantar homenageando os santos do altar, muito parecido com uma ladainha, depois o circulo , onde o casal ia dan\u00e7ando balan\u00e7ando mais ou menos ao ritmo da cantoria, depois a reflex\u00e3o frente o altar e se colocar para a passagem de outros casais.<br>Esta festa em casa foi feita desta forma, alicio com a Maria foram os Festeiros, o violeiro n\u00e3o me recordo o nome, mas era um violeiro conhecido por comandar as festas de S\u00e3o Gon\u00e7alo.<br>Ao final de tudo isto ocorreu uma chuva que terminou com esta reuni\u00e3o de S\u00e3o Gon\u00e7alo. Foi nesta festa que come\u00e7ou o namoro de meu irm\u00e3o e minha Cunhada e o encontro da menina do piv\u00f4 da disc\u00f3rdia da (Turma do Trombi da farm\u00e1cia com frango frito, com a turma do Mario da F\u00e1tima),<br>Este roteiro da festa de S\u00e3o Gon\u00e7alo, foi a que foi colhido deste violeiro, mas em Fartura ti mais violeiros cantores de S\u00e3o Gon\u00e7alo, pois seu Gnarte era um deles que tinha um outro estilo de dan\u00e7a, mas eram quase todas iguais. Hoje creio que este tipo de festa n\u00e3o ocorre mais em Fartura.<br>Se ocorre, desconhe\u00e7o, n\u00e3o sei se os velhos violeiros, deixaram ra\u00edzes na fam\u00edlia para seguir com esta tradi\u00e7\u00e3o, por exemplo, meu av\u00f4 Jos\u00e9 Mane, tocava viola como ningu\u00e9m, mas n\u00e3o deixou herdeiro do seu estilo , das suas emboladas<br>Enfim mais uma hist\u00f3ria, aqui posso acrescentar, pergunte ao Zezo, pergunte ao Elias, eles tamb\u00e9m estavam l\u00e1.<\/p>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Barra Seca, sempre foi muito chegado a festas e a coopera\u00e7\u00e3o entre seus moradores, por exemplo: Mutir\u00e3o, Troca de dias e no caso da colheita do caf\u00e9, contratava a fam\u00edlia para Derri\u00e7a do caf\u00e9, pois crian\u00e7a de 10 anos ou mais iam com os pais para a panha do caf\u00e9, pois o caf\u00e9 era colhido no m\u00eas de Julho, \u00e9poca das f\u00e9rias da escola do Bairro(Escola Mista Municipal do Bairro Barra S\u00eaca. Isto era pago por sacas de caf\u00e9 ou por p\u00eas de caf\u00e9 colhido, ou a paga por dia.Isto ser\u00e1 assunto para um outro dia, onde descreverei conforme vi e convivi com este dia a dia na Barra S\u00eaca.Meu Pai Alicio tinha um sonho, fazer uma Festa de S\u00e3o Gon\u00e7alo, uma coisa que sempre fazia: Romarias para Siqueira Campos, Romaria para Aparecida e fez uma para visitar o Padre Donizetti em Tamba\u00fa, foi um fen\u00f4meno religioso que apareceu na \u00e9poca, tornou-se um centro de peregrina\u00e7\u00e3o. Meu Pai lotou um caminh\u00e3o e foi at\u00e9 la,(Pau de Arara), foi uma viagem desgastante, sair de Fartura ir pr\u00f3ximo a Ribeir\u00e3o Preto, nos anos 50, n\u00e3o era f\u00e1cil.Mostro o lado de meu Pai, que sempre foi ligado a religiosidade e as festas populares, Baile, Fandango e a Festa de S\u00e3o Gon\u00e7alo.Est\u00e1vamos morando no primo Chiquinho Garcia, que ficava na Estrada, Fartura X Carl\u00f3pois, na reta do Mat\u00e3o, divisa com Z\u00e9 Garcia. Pai Alicio queria fazer uma festa servindo as pessoas uma refei\u00e7\u00e3o, como sempre aquela macarronada com frango, o vinho Sangue de boi, suave de mesa, e a velha Cana Chic para os homens, para as mulheres era o costume de pegar o vinho por agua e ado\u00e7ar para n\u00e3o ficar forte, era gostoso.Minha m\u00e3e chamou para ajud\u00e1-la, v\u00e1rias mulheres, uma a dona Concei\u00e7\u00e3o do seu Gnarte, que morava no Z\u00e9 Garcia, a Nona n\u00e3o me recordo se ela foi chamado ou n\u00e3o foi por algum motivo, pois, o Dilino , o Sebasti\u00e3o e a dona Rosa Moravam bem pr\u00f3ximo a n\u00f3s, plantavam arroz irrigado nas terras do Dito Garcia.Pessoas que foram para esta festa, fam\u00edlias que moravam no Z\u00e9 Garcia, entre eles, familiares do Cec\u00edlio Cassiano(Amansador de Cavalo e burro), pois com eles vieram sua sobrinha, Nezinha, e outra menina que virou caso, contado , A Turma da Farm\u00e1cia do Trombi com Frango frito ) e a (Turma do Mario da F\u00e1tima ), a turma que moravam no Alcides Messias, uns dos primeiros Agricultores a usar implementos Agr\u00edcolas em Fartura, Plantadeiras e Colheitadeiras mecanizadas, do Paran\u00e1 a turma do Lau Vaz, os filhos deles, eram nossos amigos. A turma da Barra Seca, parentes tios, primos, os familiares dos Bentos e alguns dos Garcia, pois na \u00e9poca, sa\u00edmos de l\u00e1 com rela\u00e7\u00f5es estremecidas com alguns, que todos os adoravam, mas com a chegada de familiares isto modificou.Para a Festa de S\u00e3o Gon\u00e7alo, foi preparado o terreiro, cobrindo com folhas, tamb\u00e9m cercado com folhas e feito um altar, onde ficou a imagens dos Santos e do S\u00e3o Gon\u00e7alo. Neste cercado coberto foi onde foi servido a refei\u00e7\u00e3o e a dan\u00e7a de S\u00e3o Gon\u00e7alo.Para isto, convidou um violeiro muito conhecido, experiente para a condu\u00e7\u00e3o da dan\u00e7a.Era uma dan\u00e7a onde participava crian\u00e7as, jovens, casais novos velhos e idosos, que consistia em fazer pares.Lembro que o instrumento era a viola de 10 cordas, pandeiro, batida era compassada, lembro que o come\u00e7o era uma cantoria em frente o Altar, que no final do refr\u00e3o dizia, (hora viva, viva, S\u00e3o Gon\u00e7alo de Amarante que veio de Portugal) isto em frente altar, depois, os casais formavam um circulo acompanhando o violeiro , ficavam dan\u00e7ando balan\u00e7ando o corpo, depois do c\u00edrculo, vinha a hora da reflex\u00e3o ao altar, sempre comandada pelo violeiro, vinha o primeiro casal, podia der o dono da casa, fazia reflex\u00e3o ao altar e ficava um de um lado e outro de outro lado, com as m\u00e3o entrela\u00e7ados, vinha o segundo casal fazia reflex\u00e3o, passava pelas m\u00e3os deste casal e ficava logo a frente, isto se repetia at\u00e9 o termino de todos os casais. Era uma dan\u00e7a muito parecida com a quadrilha, mas muito longo, pois consistia em primeiro no altar cantar homenageando os santos do altar, muito parecido com uma ladainha, depois o circulo , onde o casal ia dan\u00e7ando balan\u00e7ando mais ou menos ao ritmo da cantoria, depois a reflex\u00e3o frente o altar e se colocar para a passagem de outros casais.Esta festa em casa foi feita desta forma, alicio com a Maria foram os Festeiros, o violeiro n\u00e3o me recordo o nome, mas era um violeiro conhecido por comandar as festas de S\u00e3o Gon\u00e7alo.Ao final de tudo isto ocorreu uma chuva que terminou com esta reuni\u00e3o de S\u00e3o Gon\u00e7alo. 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